quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Oficina Brennand - Recife

Oficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - Recife
Oficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - Recife
Oficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - Recife
Oficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - RecifeOficna Brennand - Recife
Oficina Brennand - Recife, um álbum no Flickr.
A Oficina Brennand surgiu em 1971, nas ruínas de uma olaria do início do século XX. Antiga fábrica de tijolos e telhas herdada de seu pai, instalada nas terras do Engenho Santos Cosme e Damião, bairro da Várzea, é cercada por remanescentes da Mata Atlântica e pelas águas do Rio Capibaribe.

É uma visita obrigatória para quem vem ao Recife. Possui conjunto arquitetônico de grande originalidade, em constante processo de mutação, onde a obra se associa à arquitetura para dar forma a um universo abissal, dionisíaco, subterrâneo, obscuro, sexual e religioso do artista.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Óptica Sonora - O show - 23 de setembro de 2012 - Teatro Sesi - Birigui.

Márcio Kadá e Fernanda RussoConcentração para o show...Fernanda Russo


A fotografia das canções e a música das imagens.
A mostra das fotografias produzidas pela Artista Plástica Fernanda Russo, retrata o repertório musical e permite observar nas imagens, os trechos das canções. O repertório é composto por releituras de composições brasileiras, referências na formação musical de Márcio Kadá, e por canções autorais.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Óptica Sonora

A fotografia das canções e a música das imagens.
A mostra das fotografias produzidas pela Artista Plástica Fernanda Russo, retrata o repertório musical e permite observar nas imagens, os trechos das canções. O repertório é composto por releituras de composições brasileiras, referências na formação musical de Márcio Kadá, e por canções autorais.
Entrada franca.

23 de setembro de 2012 - 19:00
Teatro popular do SESI - Rua José Agostinho Rossi, 620 - Birigui .


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO É UMA GALERIA DE ARTE A CÉU ABERTO

Mortos, velas, flores, crucifixos, imagens de santos, terra e até vasos com macumba. Quando o assunto é cemitério, essas são as principais palavras associadas às necrópoles. A arte, presente em vários mausoléus nas mais diferentes localidades do mundo, é lembrada apenas por alguns. Fundado em 1858, o Cemitério da Consolação, na região central de São Paulo, é uma galeria de arte a céu aberto.
No local, esculturas de Victor Brecheret, Luigi Brizollara e Eugênio Prato, entre outros, dividem espaço e incrementam sepulturas de personalidades ilustres, como os vanguardistas da Semana de Arte Moderna de 1922: Mário de Andrade, Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade, além do Conde Francesco Matarazzo, a Marquesa de Santos, o escritor Monteiro Lobato e o milagreiro Antoninho da Rocha Marmo.
Algumas dessas obras de arte, como “Solitudo em Granito”, de Francisco Leopoldo e Silva, são tombadas por órgãos de preservação do patrimônio histórico.

  
Escultura de Victor Brecheret.


  
Escultura de Nicola Rollo.


Nu
A escultura de Leopoldo e Silva, primeiro nu feminino da arte brasileira, foi colocada no local em 1922. Nessa época, apenas a burguesia paulistana era enterrada no Cemitério da Consolação.
Como a elite paulistana era composta por um grande número de italianos, eram da Itália e da Europa que vinham as principais esculturas e artistas que ornamentam até hoje os túmulos da Consolação.
Francisco Leopoldo e Silva e Celso Antônio de Menezes, apesar de serem brasileiros, freqüentavam os mais famosos ateliês das principais capitais do “Velho Continente” e eram preferidos da elite por esse motivo.


Esculura de Leopoldo e Silva.

Visitas
Comum na Europa, a visitação a obras de arte em cemitérios chegou à Consolação em 2001, idealizada pelo historiador e ex-administrador do local Délio Freire dos Santos, falecido um ano depois. Desde a morte de Délio, quem comanda as visitas é Francivaldo Gomes, mais conhecido por Popó. Nascido em Crateús, no Ceará, Popó foi coveiro do cemitério da Consolação. Seu interesse pela arte e pela história do local o fez herdar do ex-administrador a responsabilidade de mostrar a grupos de estudantes, historiadores, artistas e admiradores, entre outros, “o outro lado” da necrópole.
O ex-coveiro disse que, desde 2002, a Consolação já recebeu cerca de 7 mil visitantes interessados em admirar a arte que cobre e enfeita vários dos 8.500 túmulos existentes no local. Em algumas ocasiões, Popó já chegou a falar para 180 pessoas.
As visitas acontecem de segunda à sexta-feira, geralmente às 9h e às 14h, mas devem ser agendadas. O passeio - uma espécie de aula sobre a história paulistana e da arte - dura cerca de uma hora e meia.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,AA1335684-5605,00.html - Globo online.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Ganhei uma barra Wonka!!!!



Saborear esse chocolate me fez relembrar o sabor da infância... muito bom!!!

Curiosidades de A fantástica fábrica de chocolate (1971)

Foi lançado originalmente nos cinemas americano pela Paramount Pictures. Entretanto todas as exibições posteriores do filme seja ela na TV, em vídeo ou nos próprios cinemas, foram realizadas pela Warner Bros.

O filme foi originalmente financiado pela Quaker Oats Company, que esperava para ligá-lo a uma nova barra de chocolate. Quando o filme foi lançado, a empresa começou a comercializar seu "Wonka" barras de chocolate. Infelizmente, um erro na fórmula fez com que as barras derretessem com muita facilidade, mesmo na prateleira, e elas foram retirados do mercado. A Quaker vendeu a marca para St. Louis com base Sunline, Inc. (que mais tarde se tornou parte da Nestlé via Rowntree). Sunline foi capaz de tornar a marca um sucesso, e com a marca de doces Wonka (a maioria sem chocolate) ainda está disponível nos EUA.

O longa foi um fracasso nas bilheterias, mas um dos filmes mais populares no home-vídeo nos anos de 1980. No Brasil é um clássico do "Cinema em casa" (a seção da tarde do SBT)

Roald Dahl escreveu um esboço para uma futura adaptação de seu livro para o cinema, mas David Seltzer reescreveu o roteiro para o filme de Mel Stuart. Dahl odiou o tratamento, que negou não apenas a venda dos direitos da sequencia Charlie and the Great Glass Elevator (Charlie e o Grande Elevador de Vidro), mas para qualquer outra adaptação. A adaptação de 2005 só foi possível após sua morte, autorizado por sua viuva.

A seqüência dos créditos de abertura foi filmada em uma fábrica de chocolate real (a Tobler) na Suíça

A cena em que Augustus Gloop foi entrevistado por ser o primeiro a encontrar o Bilhete Dourado foi filmado em um restaurante alemão de verdade. A maioria dos membros do elenco foi lá para almoçar durante o período que o filme estava sendo feito.

No filme Veruca é "descartada" por ser um ovo ruim, no livro ela é considerada uma noz ruim. 

Muitos dos objetos e plantas do filme eram mesmo comestíveis, inclusive os pirulitos gigantes. Já a flor-xícara que Wonka saboreia após beber seu conteúdo era de cera.Gene Wilder, mastugou pedaços de cena até o fim do take.

A maioria das barras de chocolate eram feitas de madeira.

Este é o único filme em que Peter Ostrum, intérprete de Charlie Bucket, atuou. Quando cresceu ele tornou-se veterinário. De todas as crianças deste longa a única que continuou atuando foi Julie Dawn Cole, a Veruca Salt.

Joel Grey foi a primeira escolha para o papel de Willy Wonka, mas não foi considerado fisicamente imponente o suficiente. O papel foi, então, oferecido a Ron Moody, que recusou. Escolha original de Roald Dahl para interpretar Willy Wonka foi Spike Milligan. Jon Pertwee teve que rejeitar o papel porque ele estava com a agenda apertada em Doctor Who na época. Todos os seis membros do Monty Python (Graham Chapman, John Cleese, Eric Idle, Terry Gilliam, Terry Jones e Michael Palin) tinha manifestado grande interesse em desempenhar o papel, mas eles não eram considerados nomes grandes o suficiente para uma audiência internacional.

Depois de ler o roteiro, Gene Wilder disse que iria fazer o filme sob uma condição: que ele seria permitido fazer uma cambalhota na cena quando ele encontra pela primeira vez as crianças. Quando perguntado por que, Gene Wilder respondeu que, ver Willy Wonka começar mancando e acabar dando cambalhotas iria definir o tom para o personagem. Ele queria retratá-lo como alguém cujas ações eram completamente imprevisíveis.

Este filme foi rodado em Munique, na Alemanha, mas os produtores tiveram que sair da Alemanha para recrutar mais Oompa Loompas.

Muitas das pessoas elenco como Oompa Loompas não falavam, por isso que alguns parecem não saber a letra das músicas durante os números musicais.

Denise Nickerson (Violet Beauregard) e Julie Dawn Cole (Veruca Salt) tinham uma queda por Peter Ostrum (Charlie Bucket) na época das filmagens. As meninas alternavam os dias para passar tempo com o protgaonista. No dia em que não ficavam com ele, gastavam tempo com Bob Roe (um dos colegas de classe de Charlie), por quem também tinham uma queda. Crianças!

Julie Dawn Cole (Veruca Salt) odiava chocolate.

Julie Dawn Cole guardou vários objetos do filme (mesmo não sendo permitido). Entre eles, o bilhete dourado, e o chiclete que durava para sempre.

A cena da "partida" de Veruca foi filmada no dia de aniversário da atriz. Julie Dawn Cole completava 13 anos.

A reação das crianças ao verem a sala cachoeira de chocolate foi real, era a primeira vez que viam o cenário.

As abelhas que foram usadas ​​na máquina de goma eram na verdade vespas. Paris Themmen (o Mike Tevee), um encrenqueiro notório no set, aparentemente, deixou as sair de sua redoma e foi picado no rosto.

Peter Ostrum estava entrando na puberdade durante o filme. Sua voz é alta durante o dueto de "I have a Golden Ticket", e é muito mais grave no final do filme.

A música que Wonka canta no barco "There's no earthly way of knowing... " é a única retirada do livro. As outras fora escritas especificamente para o filme.

A maioria das barras de chocolate eram feitas de madeira.

A imagem realizada pelo apresentador do Paraguai anunciando o localizador último do bilhete dourado é do capanga nazista Martin Bormann.

Ernst Ziegler, que interpretou vovô George, estava quase cego, e assim foi orientado a olhar para uma luz vermelha para guiá-lo quando seu personagem devia olhar em uma certa direção.

O rosto do túnel psicodélico no filme é o de Walon Green, amigo do diretor Mel Stuart e roteirista de The Wild Bunch. De acordo com as memórias de Stuart, Green é a única pessoa que concordaria em deixar uma centopéia rastejar sobre o seu rosto por causa de um filme infantil.

O código musical para entrar no salão da cachoeira, é a introdução de "Marriage of Figaro" sw Mozart


Augustus Gloop é de Dusselheim, Alemanha, Violet Beauregarde é de Miles City, Montana, e Teevee Mike é de Marble Falls, Arizona. Dessas cidades, a única que não é ficcional é Miles City, Montana. As cidades natais Charlie Bucket e Veruca Salt não são mencionados ao longo do filme.

A razão para todos os objetos no escritório de Wonka serem cortados ao meio, é que seria chato assistir a um escritório comum após tantos cenários criativos no filme.

O longa foi indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora Original, e ao Globo de Ouro de Melhor Ator em Comédia ou Musical para Gene Wilder.